Breve, numa banquinha bahiana de jogos perto de você
Isso foi uma piada sugerida pelo meu irmão, mas acho que devia ter feito quando estava no hype do filme. Mais piadinhas aqui.
Breve, numa banquinha bahiana de jogos perto de você
Isso foi uma piada sugerida pelo meu irmão, mas acho que devia ter feito quando estava no hype do filme. Mais piadinhas aqui.
O combate travado entre dois fãs distintos pode ser bem igualmente interessante e hilariante do que chato e perigoso a todos que estão em volta. Esse fato foi muito bem retratado nessa cena do filme O Balconista 2 (Clerks 2) do cine-gênio nerd Kevin Smith. Confiram:
Se você foi ao cinema ver Percy Jackson: O Ladrão de Raios e ficou com um gostinho de conhecer mais sobre a história, essa é sua chance! Com um pouco de criatividade você pode levar para casa o livro que deu origem ao filme.
Em uma parceria com a Loja do Altivo, o Zona Nerd cria a promoção “O Ladrão de Nerds”, que vai dar uma edição do livro “Percy Jackson e os Olimpiados: O Ladrão de Raios” para o leitor que der a resposta mais criativa para a seguinte pergunta:
Para participar, bastar acessar o hotsite Percy Jackson e enviar sua resposta através do formulário dele. A promoção é valida a partir de hoje e tem encerramento marcado para o dia 26 de Março. O Ganhador terá seu nome anunciado aqui no blog no dia 29 de Março e terá uma foto sua publicada no hotsite.
Não perca mais tempo, acesse e participe! Para mais livros, acesse a Loja do Altivo.
Elementar, meu caro leitor Assim que a versão cinematográfica do detetive de Baker Street se mostrou um grande sucesso e motivo para Robert Downey Jr. levar o Globo de Ouro, outros estúdios cresceram seus olhos para cima do Xangô.
Nessa segunda-feira (22/02), a rede pública americana PBS e a inglesa BBC anunciaram sinal verde para a produção de uma série sobre a obra de Sir Arthur Conan Doyle. Acreditem ou não, essa adaptação será diferente de todas as outras: ela se passará em Londres nos dias atuais. Apesar da mudança, a produção promete ser fiel aos livros de Conan Doyle.
Alguns nomes já estão definidos por enquanto: Benedict Cumberbatch (Desejo e Reparação) será o protagonista e Martin Freeman (da versão inglesa de The Office) será Watson, o roteiro fica por conta de Steven Moffat e Mark Gatiss (Jekyll e Doctor Who).
Para quem não sabe, Sherlock já teve uma série em 84, sendo que essa era feita a risca do personagem e contava com episódios duplos que mostravam mistérios vistos em seus livros. Se você não viu o filme, pode conferir a nossa resenha de graça clicando aqui
Acho que porque assisti Percy Jackson segunda-feira tô meio no clima de Harry Potter também.
Caso não tenham percebido, é da mesma artista dessa tirinha aqui, que por sinal, achei sua página no DevianArt.
Não sei se todas já sabem, mas vou garantir: Saiu a notícia que o filme Avatar teria sim uma cena de sexo entre os protagonistas, mas por causa dela o filme seria taxada como +18, foi uma escolha sábia do Sr.Camerom retirar essa cena para deixar o filme mais acessível, além disso, o diretor de dublagem de Avatar Guilherme Briggs já descreveu como é cena (nem é tão interessante assim).
Seja como for, o animador Harry Partridge junto com a New Grounds fizeram o que seria uma versão bem mais interessante e realista do que seria a primeira experiência sexual Na’vi de nosso intrépido amigo Jakesully.
Se você não entendeu perfeitamente, veja aqui a versão legendada. (Só não postei ela porque estava um pouco ruim o vídeo).

Estamos em meados do século XIX. Blackwood, um feiticeiro que supostamente usa magia negra, está abalando a paz no Reino Unido ao assassinar mulheres para completar rituais. Para resolver o caso: Scotland Yard? Não! Eles não são tão rápidos e espertos quanto o detetive Holmes e seu parceiro Watson.

Sherlock Holmes foi criado pelo britânico Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930). O misterioso morador do apartamento 221B na Baker Street,
participou de diversos romances, contos e filmes, e se tornou um dos personagens mais conhecidos mundialmente até hoje. Fato que, com certeza, colaborou com o sucesso desse filme nos EUA e mundo afora.
Além de trazer atores conhecidos do público, Robert Downey Jr. como o detetive, Jude Law, que faz Dr. Watson, até Rachel McAdams, interpretando a golpista Irene Adler, o filme tem Guy Ritchie como diretor. Seu estilo diferente de trabalhar por detrás das câmeras costuma criar um clima descontraído e interessantíssimo em seus filmes, como “Snatch – Porcos e Diamantes”, “Jogos, Trapaças e doisCanos Fumegantes” e o mais recente “RocknRolla” (deixo todos esses como indicações).
Como me considero um fã desse diretor/roteirista, além de ir ver um
filme do Sherlock Holmes, fui para ver Guy Ritchie no cinema pela primeira vez. E isso me causou uma certa estranhesa ao perceber que, no meio do filme, não estava vidrado na historia. Ainda no meio da sessão pensei “é um filme do Guy Ritchie, não era pra ser assim!” Mas é aí que eu me engano.
É visivel a influencia das mãos cheias de dinheiro dos produtores na história e no corte final. A história não é tão interessante, e por isso acaba se tornando levemente confusa
por não conseguir segurar sua atenção em certos pontos. O vilão também não foge disso. Sem causar medo, raiva nem qualquer outra sensação que deveria existir num inimigo desse porte, ele aparece apenas como um coadjuvante qualquer. Que assim como os outros presentes no filme, que não colaboram com o desenrolar da trama (diferente dos melhores filmes do diretor inglês).
O ponto forte do filme vai para a ótima dinâmica entre os amigos Watson e Holmes. O primeiro, aparece menos “perdido” na trama do que nos romances e não fica observando Holmes resolver os casos e apenas servir como um intermediário para entendermos como funciona a mente do seu parceiro. Já Downey Jr. faz um Sherlock no mínimo excêntrico e divertido. Desde a forma com que ele se expressa, até suas experiências bizarras com o cachorro Gladstone, e suas arriscadas no violino.

Na parte técnica, os efeitos visuais não atrapalham, mas deixam a desejar. Ao contrário da montagem, que ficou muito boa. Os cortes rápidos intercalados com câmeras lentas nas cenas de ação ajudam a recuperar a atenção perdida em outros momentos do filme. Assim como a trilha sonora inspirada, que te deixa um pouco mais próximo do ambiente em que se passa a história.
Começo do século XXI. Filme sobre um detetive e seu escudeiro que é pouco divertido e tem muito o que melhorar, e que terá uma continuação. Quem é o melhor para resolver esse caso? Se tiver mão livre para criar o roteiro e o direito de corte final, com certeza Guy Ritchie.
Na postagem do Homem-Aranha na TV eu co
mentei sobre uma pequena produtora de animação canadense chamada Mainframe (agora Rainmaker), agora vou falar de um dos seus desenhos que mais salpicou minha infância e quero dividir com vocês (e com sorte achar alguém que assitia também): Reboot.
Reboot para mim se encaixa na categoria de desenhos raros: São aqueles que você nunca conseguia assistir por causa do horário, aula de natação, estava na casa da sua vó, escola… e quando conseguia, era episódio repetido, e hora ou outra você pegava um episódio que nunca tinha visto, estava tudo mudado e você não sabia porque.
Agora imagine minha felicidade em achar Reboot para download e poder ver tudo, tranqüilo e entender toda a história desse divertido desenho. Isso já aconteceu com vocês?
Bom, vamos a série: Reboot era uma animação em CG que contava a história de um mundo dentro do computador, onde o protagonista era Bob, um guardião do sistema, que tem como tarefa entrar nos jogos lançados pelo Usuário em cima de sua cidade e vencê-los, caso contrário todos na área do jogo morreriam. Eram diversos jogos: corrida, luta, aventura medieval, terror, velho oeste em que Bob tinha a ajuda de sua amiga (ou mais) Dot e seu pequeno irmão Enzo. Além da entidade misteriosa do Usuário como inimigo, Bob enfrentava também Megabyte, um vírus com um sério problema de egocentrismo e dois típicos capangas incompetentes.
A partir da 3º temporada, todo esse cenário muda. Bob é lançado na Internet e cabe ao pequeno Enzo ir procura-lo, a pequena criança muda como Anakin muda para Vader e vira um renegado motherfucker atrás de seu amigo perdido.
O desenho era ótimo e engraçado até hoje, e como é baseado em computador, cheio de piadas de nerd. Apesar de bom, a série acabou num ponto muito crucial, mas felizmente quando eu tinha acaba de assistir o ultimo episódio e quase me matado por causa do fim, descubro que em um mês seria lançada uma série de 6 edições de uma webcomics chamada Paradigms Lost que avançaria mais um pouco a história. Mas o real motivo de eu estar escrevendo essa coluna é um teaser lançado a pouco tempo pela Rainmaker de um possível filme.
É muito cedo pra ter certeza de algo e todas as informações que eu achei refletiam a mesma coisa, seja como for, eu vou torcer para que vá para frente. Para quem ficou interessado, clique aqui para descolar os episódios (legendados by Eu XD).
Depois de mostrar alguns eletrônicos que tiveram seus design copiado por empresas de quintal e sem criatividade, vamos conhecer o trabalho de uma produtora de filmes especializada em copiar grandes obras e filme que bombam no momento. Conhecem o material da The Asylum.
