
Perdão a falta de referências e o trocadilho.
Esse é um trecho do show do Blue Man Group que explica a origem do famoso gesto do rock. Está em inglês, mas acho que dá pra todo mundo entender a idéia. Normalmente eu não postaria isso, mas como hoje ainda é um dia especial, aí vai:
Nota: Se você não achar graça, tudo bem, é que no show é mais legal já que é seguido de uma música muito louca e mais cenas do palhaço.
Ozzy Osbourn esempre foi uma figura sombria, carismática e sempre bom em fazer coisas fora do mundo da música. Considerando essa última faceta, acredito que não perdeu o jeito.
Para divulgar seu novo álbum, “Scream”, que será lançado dia 22 de Junho, ele foi até um dos locais mas famosas de Nova York para ter um pouco de interação com seus fãs. Ozzy foi até o Museu de Cera Madame Tussauds se fingir de estátua, para ver se ainda tinha a manha de dar uns sustos:
Menção honrosa para a menininha:
- “It’s real hair no it”
- “Helloo”
Vídeo sugerido pelo Lucas Bixo pelo tópico na comunidade.
Dia 21 passado foi aniversário de 30 anos do lançamento de Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca, e Os Seminovos fizeram “uma canção tributo para uma das melhores criações do cinema.”
Com vocês: Luke, eu sou seu pai!
Mesmo eu que não sou tão ligado em música achei bacana essas peças de decoração criadas pela Rocket Design. Eu até poderia explicar as idéias que os caras tiveram para criar essas artes, mas acredito que bom design não se explica nem se defende, ele próprio faz isso. Contemplem e morram de desejo:

Olha só quem voltou! Fiquei um tempo away principalmente por preguiça mesmo, mas estou voltando agora com a 3º edição da coluna.
Dessa vez vou falar do álbum novo, com músicas inéditas, do Jimi Hendrix! Espera ai… O Hendrix morreu em 1970! Ele compôs, gravou e mandou
as músicas do além?!?! Não… Essa história seria muito mais divertida, mas não foi isso. Encontraram material inédito já gravado dele e as pessoas interessadas (leia-se, quem vai ficar com toda a grana pela venda dos CDs) resolveram pegar essas gravações e lançar um álbum novo de músicas inéditas depois de 40 anos da morte do cara. Dizem alguns fãs mais aplicados que nem todas as músicas são inéditas, algumas das músicas no álbum já tinham sido lançadas em bootleg, de qualquer modo é a primeira vez que elas são lançadas oficialmente.
Quando o papo é tocar guitarra o Hendrix não brinca em serviço, e nesse álbum não está diferente. Pode esperar “viagens”, riffs incríveis e solos
matadores, tudo junto com a banda tocando muito sincronizada e a voz característica do Hendrix. Além das fantásticas músicas de autoria própria (das quais destaco “Valleys of Neptune”, “Mr. Bad Luck”, “Lover Man” e “Lullaby for the Summer”) o CD conta ainda com dois covers: “Bleeding Heart” do Elmore James e “Sunshine of Your Love” do Cream, essa segunda em uma versão instrumental da música original.
Em resumo, é um álbum muito bom, recheado de belas músicas que pra mim mostra que o Hendrix ainda tinha muito a oferecer pro rock, infelizmente morreu antes que pudesse fazer. Pelo menos agora, com esse CD, podemos curtir um pouco mais da sua habilidade e criatividade.
Antes de ir embora vou fazer um pequeno jabá próprio, pra quem interessar eu abri uma Twitradio e pretendo ir aumentando o ace, só clicar aqui.
Vejo vocês na próxima coluna! Abraços!
A Finlândia é um país que sabe como fazer as coisas. Num lugar onde o heavy metal tem participação constante na música, com várias bandas famosas como Stratovarius e Nightwish, o mínimo que você pode esperar é que eles saibam como educar as crianças desde cedo. Enquanto aqui os pequenos ficam vendo Xuxa e ouvindo Fresno e afins, agora nas terras nórdicas eles crescem escutando Hevisaurus!

Como assim? Você não sabe o que o Papo Strix? Tudo bem, nem nós ao certo. O que sabemos é que é um programa de rádio online que trata dos mais diversos temas do universo nerd: quadrinhos, mangás, filmes, series, televisão tudo de forma bem descontraída sem eira nem beira.
O programa é uma iniciativa da Produtora NDF com o grupo Strix e tem no time do episódios piloto os nerds por enquanto anônimos D1, Pipa, Jc, Picolo (não o namekuseijin), Paulo, e Perlato (hell yeah!). O piloto do programa Papo Strix estréia hoje a noite, às 20h com reprise na quinta-feira no mesmo horário através do rádio no site da produtora. Já peço de antemão que entrem em contato com o grupo para dar sua opinião e ajudarmos a evoluir e melhorar o programa cada dia mais.
Essa semana eu vou comentar o álbum novo do Van Canto, chamado Tribe Of Force. Apesar de eu curtir o som do Van Canto eu não tava sabendo desse novo álbum, o Perlato que me avisou que ele estava pra sair e pediu pra eu fazer o review, agora com o álbum já em mãos lá vou eu!
Primeiramente, se você já conhece Van Canto vai se sentir em casa, o estilo da banda e sua sonoridade, continua o mesmo. E nem podia mudar, esse é o grande “quê” da banda. Mas, não me entendam mal, ás vezes eu acho que eles podiam dar uma variada. A primeira coisa que me vem n
a cabeça é que tem CINCO vocalistas lá (1 brasileiro). Porque não variar quem canta em algumas músicas? É sempre o Philip cantando com a Inga nos backvocals… Seria interessante uma rotatividade de vez em quando, se eu fosse eles trabalhava mais nisso…
Quanto ao álbum, a exemplo dos anteriores este álbum também tem alguns “covers”. São eles: Rebellion do Grave Digger e Master Of Puppets do Metallica. Temos também três convidados especiais: Chris Boltendahl (do Grave Digger) participando da Rebellion, Tony Kakko (do Sonata Arctica) naHearted e Victor Smolski (do Rage) na One To Ten. O que eu mais gosto do Van Canto é a sensação de “som cheio” que as músicas passam, como as 5 vozes agem como uma espécie de coral o som fica bem volumoso, principalmente nas introduções e outras passagens. Quando eles imitam instrumentos o que se perde desse “volume” todo, pra mim, se ganha na curiosidade, porque é um timbre
diferente fazendo algo comum, dá uma sensação bem interessante, pra apontar um lado negativo: acho que se os solos fossem feitos como solos vocais e não como solos de “guitarra” o som ficaria melhor e mais autêntico, pelo menos na minha opinião.
No geral o álbum está com músicas bem bacanas que colocam bem aquela sensação de “som cheio” e as vozes como instrumentos que eu havia comentado, mas “Hearted”, “One To Ten” e “Rebellion” ganham o destaque pelos convidados que adicionam uma bela diversidade vocal no som da banda, pra mim expondo melhor o potencial todo da banda e fazendo o que eles deveriam fazer com mais freqüência com os próprios membros.
E é isso ai pessoal, espero que tenham gostado do review, quem curtir o som da banda procure pelos dois álbuns anteriores “Hero” e “A Storm to Come” que também são muito bons. Agora eu vou indo embora, deixo vocês com o setlist do álbum:
1. Lost Forever
2. To Sing a Metal Song
3. One To Ten (Feat Victor Smolski of Rage)
4. I Am Human
5. My Voice
6. Rebellion (Feat Chris Boltendahl of Grave Digger, Cover)
7. Last Night of the Kings
8. The Tribe of Force
9. Water Fire Heaven Earth
10. Master of Puppets (Metallica Cover)
11. Magic Taborea
12. Hearted (Feat Tony Kakko of Sonata Arctica)
13. Frodo’s Dream