Nada melhor do que matar as saudades dos antigos jogos de ir andando e enchendo de bolachas qualquer criatura que se mova, melhor que isso, só com sendo com um jogo bem moderno. Desse fez, Vinicius Perlato, Daniel Savoia, Vinícius Frank e Paulo Meiose matam geral em Castle Crashers, um ótimo exemplo de como os jogos beat’em up ainda podem fazer sucesso.

Um sério problema com peido e merda.

Resolvi fazer mais um catado de informações e opiniões sobre uma franquia, dessa vez, apelando para uma das mais versáteis e fodástiscas franquias da história: Tartarugas Ninjas. Pra quem não sabe, as aventuras dos ninjas mutantes renascentistas começaram como histórias em quadrinhos preto e branco em 1984, com enredos bem maduros e traços sombrios, em que morte a sangue eram presentes nas histórias. Elas até tiveram um retorno no Brasil em sua mídia pioneira em 2012, pela Panini, mas o foco não é esse! Vamos falar das suas versões em movimento!

Teenage Mutant Ninja Turtles (1987)
Quem era da época realmente teve um choque em ver que as tartarugas ninjas assassinas dos quadrinhos haviam virado esses humoristas ambulantes. Apesar de infantil, o desenho era bem legal, a apresentava aventuras com inimigos recorrentes e enredos envolventes, que podiam durar mais de um episodio, e foi uma ótima maneira de apresentar esses personagem ao público da época, explorando todo seu potencial comercial. O desenho era bem mais voltado para o humor e ao público infantil, então nada de sangue ou morte, e muito menos usar as armas por aí (o College Humor até tirou sarro disso já), isso até é estranho de se pensar, já que elas eram ninjas, mas nada que a bizarrices dos anos 80 não resolvesse, incluindo também uma versão japonesa, que teve dois OVAs produzidos na mesma época, com direito a armaduras e poderes. Abertura.
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Experiências genéticas do governo só tem uma finalidade: criação de armas. Pelo menos esse processo acabou gerando uma jogo bem divertidos. Acompanhe Vinicius Perlato, Paulo Meiose, Samuel Incogo e Felipe Kaji nesse FPS co-op de terror que é Killing Floor, enfrentando criaturas bizarras em lugares escuro. Se curtir, dê joinha!

ATRÁS DE VOCÊ!!!

Durante muitos anos, sempre que entravamos na parte de jogos de tabuleiros em uma loja de brinquedos, eram sempre os mesmos títulos que víamos: Um Banco Imobiliário aqui, um Detetive ali, aí tinha Combate, War… e na melhor das hipóteses, suas versões de Disney, Segunda Guerra Mundial, Super-Heróis e o raio que o parta!

Como alguns sabem, há uma imensa gama de opções no exterior quando o assunto é tabuleiro, e até já estou familiarizado com poucos, como Puerto Rico, Battlestar Galactica, Last Night on Earth, Quarriors e uns outros. Eu sei que todos eles, assim como a maioria no exterior, são ligeiramente mais difíceis, e requerem mais conhecimento, estratégia e empenho para serem dominados, ou seja, se fosse lançados no Brasil, seriam direcionados para um público um pouco menor.
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Já que algumas pessoas podem estar descrentes, resolvi reunir algumas possibilidades de catástrofes, não que necessariamente acabariam com o mundo, mas que dariam um belo sacode nesse nosso planetinha. Veja todas:

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