Eu ainda estou ensaiando um texto sobre os precursores da minha infância e ídolos do poder, os Power Rangers, mas enquanto esse dia não chega, vou falar hoje sobre outro tokusatsu original e sua adaptação americana, respectivamente Kamen Rider Ryuki e Kamen Rider: O Cavaleiro Dragão.

Para quem não sabe, há anos o oriente produz diversos tokusatsu (seriados live-action), muitos foram importados para os Estados Unidos, e consequentemente para cá, mas todos no formato original sendo apenas dublados. Todo ano é lançado uma nova série de Super Sentai, e todo ano os americanos compram os direitos, mudam os atores e a história e lançam um novo Power Ranger. Com a franquia Kamen Rider é igual, a diferença que os americanos só decidiram adaptar duas séries, o clássico Kamen Rider Black de 1987 que se tornou Masked Rider em 1995 pelas mãos da produtora Saban (responsável pelos Power Rangers), e Kamen Rider Ryuki.













Os bebês em Os Anjinhos não existem, eles são produtos da imaginação da Angélica, já que ela sempre foi ignorada pela mãe e sustenta uma relação egoísta e superficial com seu pai. Na verdade, Chuckie morreu junto com sua mãe, por isso Chaz, seu pai, é uma pilha de nervos. Tommy nasceu morto, isso fez com que Stu ficasse no porão criando brinquedos para seu filho que nunca teve a chance de viver. E os DeVilles tiveram um aborto, e como Angélica não sabia se o bebê que morrera era menino ou menina, ela simplesmente inventou o mesmo personagem, só mudando a cor da fitinha na cabeça.


anos mais nova. Mística não conheceu Charles quando era pequena e nem tinha essa relação de irmã. Mas isso não importa, porque se mesmo nos quadrinhos eles lançam uma origem nova a cada 6 ou 7 anos, porque não fazer o mesmo no filme. O único requisito importante, que nos quadrinhos ainda é mantido, é a personalidade de cada personagem permanecer sempre a mesma, ponto em que X-Men: Fist Class triunfa.


































