quinta-feira, 6 de outubro de 2011

TVciado – Kamen Rider e sua adaptação

Eu ainda estou ensaiando um texto sobre os precursores da minha infância e ídolos do poder, os Power Rangers, mas enquanto esse dia não chega, vou falar hoje sobre outro tokusatsu original e sua adaptação americana, respectivamente Kamen Rider Ryuki e Kamen Rider: O Cavaleiro Dragão.

Para quem não sabe, há anos o oriente produz diversos tokusatsu (seriados live-action), muitos foram importados para os Estados Unidos, e consequentemente para cá, mas todos no formato original sendo apenas dublados. Todo ano é lançado uma nova série de Super Sentai, e todo ano os americanos compram os direitos, mudam os atores e a história e lançam um novo Power Ranger. Com a franquia Kamen Rider é igual, a diferença que os americanos só decidiram adaptar duas séries, o clássico Kamen Rider Black de 1987 que se tornou Masked Rider em 1995 pelas mãos da produtora Saban (responsável pelos Power Rangers), e Kamen Rider Ryuki.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Di Vasca – Trabalhando com Arte em Guerra

Luis Di Vasca é um simples ilustrador nacional, que em dado momento, se cansou da desvalorização alheia da sua profissão. Cansou de ser bombardeado por pedidos de “faz um desenhinho pra mim” ou “faz ae rapidão e quebra meu galho”. Cansou de ter que fazer favores, cansou de todos acharem que a ilustração é um hobby em vez de profissão. Cansou de tudo isso e declarou guerra!

Guerra à todos aqueles que não dão valor ao seu trabalho e nem cogitam pagar por esse favor, à todos aqueles clientes complicados que não sabem o que querem e à todos aqueles interesseiros que acham que podem aproveita-se do seu talento. A guerra é tão séria que ele está disposto a perder mais tempo fazendo uma ilustração pra mostrar seu ponto de vista à pessoa do que realizar seus desejos. Recomendo fortemente que leiam seu blog, repleto de diversos relatos dessa guerra declarada, para incentivar, separei algumas das melhores postagens, mas no caso, leiam tudo, realmente vale a pena.

Coisinhas de Criança | Mas é pra igreja | Exatamente o que foi pedido | Caricaturas de casamento | Não se incomode com a precisão | Uma sacada genial

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A verdade sobre Rugrats – Os Anjinhos

Essa é mais umas dessas teorias de cunho assustador e maduro que ronda uma história infantil, mas que vale a pena ser lida, segue abaixo uma tradução livre da teoria de autor desconhecido:

Os bebês em Os Anjinhos não existem, eles são produtos da imaginação da Angélica, já que ela sempre foi ignorada pela mãe e sustenta uma relação egoísta e superficial com seu pai. Na verdade, Chuckie morreu junto com sua mãe, por isso Chaz, seu pai, é uma pilha de nervos. Tommy nasceu morto, isso fez com que Stu ficasse no porão criando brinquedos para seu filho que nunca teve a chance de viver. E os DeVilles tiveram um aborto, e como Angélica não sabia se o bebê que morrera era menino ou menina, ela simplesmente inventou o mesmo personagem, só mudando a cor da fitinha na cabeça.

É uma baboseira facilmente derrubável, mas tem que admitir, foi bem pensando, e até serve para assustar aquela sua prima: “Tá assistindo Os Anjinhos? Sabia que na verdade…”

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

TVciado – Sábado Animado (Parte 2)

Continuando a saga nostálgica SBTística começada a quase 6 meses atrás, vamos falar de mais 5 desenhos foderosos que alegravam nossas manhas de sábado, que eram iniciadas por aquele Tom e Jerry genéricos com a moto-serra.

Fly, O Pequeno Guerreiro
Eu poderia escrever quilômetros de como esse desenhos marcou minha infância, e como eu gostava, como era divertido… o problema é que eu lembro muuuUUUuuuito pouco de Fly. Em resumo, era um Goku vestindo azul, um cara mais alto vestindo verde, umas pokémbolas cilíndricas douradas e a música tema Fly, Fly, Fly, um pouco de mago, muito de herói, pronto, acabou, era só isso. Mas sei sim que esse desenho marcou época, quem quiser contribuir para a memória alheia falando um pouco mais do que lembra da série, vai fundo nos comentários – Abertura.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

TVciado – Lendas do Templo Perdido

Eram boas as tardes que passávamos na frente da TV, assistindo Nickelodeon, esperando ouvir ótimas lendas de uma cabeça gigante feita de papel machê e ver pequenos casais de americanos caindo na água ou sendo violentados por indígenas escondidos…bons tempos de Lendas do Templo Perdido.

Para quem não lembra, Lendas do Templo Perdido era um gameshow infantil americano transmitido pelo canal laranja, que foi exibido aqui no Brasil entre 1999 e 2003. Se tratava de 6 casais de crianças competindo em provas um tanto quanto previsíveis para no final ganhar algum prêmio meia-boca, tudo isso rodeado de uma temática misteriosa de selva à la Indiana Jones. O jogo era basicamente separados em etapas bem definidas e é dessa forma que vamos lembrá-las. read more

segunda-feira, 6 de junho de 2011

X-Men: First Class – A liberdade artística em prol de um bom filme

Qual foi a pior parte de X-Men: First Class? Toda a alteração da obra e da relação dos personagens. Qual foi a melhor parte? Todo o resto.

No primeiro contato que tive com o enredo de X-Men: First Class tive um sentimento de estranheza quanto os personagens selecionados para formar a tal equipe. Alex Summers não deveria conhecer o Professor X antes de seu irmão, Emma Frost não tem a mesma idade de Magneto, ela é, pelo menos, 20 anos mais nova. Mística não conheceu Charles quando era pequena e nem tinha essa relação de irmã. Mas isso não importa, porque se mesmo nos quadrinhos eles lançam uma origem nova a cada 6 ou 7 anos, porque não fazer o mesmo no filme. O único requisito importante, que nos quadrinhos ainda é mantido, é a personalidade de cada personagem permanecer sempre a mesma, ponto em que X-Men: Fist Class triunfa.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia do Orgulho Nerd x Dia da Toalha

Não vou me prender em explicar as origens de ambos os dias, aos interessados, cliquem aqui e aqui. Estou aqui para delimitar a linha que divide esses dois semi-feriados da cultura nerd/pop. À grosso modo, a diferença é que o Dia da Toalha é para os nerds tr00 (“true”, pra quem não sabe) e o Dia do Orgulho Nerd é para o resto do mundo.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Game of Thrones, Senhor dos Anéis, Turma da Mônica e Veja

Hoje pela manha fomos sumariamente surpreendidos com um esperado feedback da estréia nacional do Game of Thrones, que aconteceu ontem, às 21h na HBO. Primeiramente, gostaria de dizer que tive que ver o primeiro episódio novamente só para testemunhar como teria ficado a dublagem, devo dizer que ficou muito bom, com exceção do Brandon Stark, que, sendo criança, entende-se a dificuldade de um profissional de dublagem. Veria a série toda dublada fácil.

Voltando ao assunto principal, o tal feedback veio da Revista Veja, que apontou vários aspectos positivos do recém estreada seriado e de toda a série de livros de George R. R. Martin. O problema é que tais aspectos foram mostrados em uma comparação triste e e predatória do clássico literário O Senhor dos Anéis. O jornalista não-identificado põe em pauta aspectos como “As Crônicas de Fogo e Gelo terem mais livros que o Senhor dos Anéis”, “Haver passagens sexuais em seus livros” e “O fato de que Martin ainda está vivo” para mostrar a suposta superioridade do autor.

O que o fanboy que assina a matéria não deve entender é que são obras distintas para públicos distintos. Senhor dos Anéis é uma história de fantasia medieval infanto-juvenil enquanto Game of Thrones é uma história sobre política e traição dirigida para o público adulto que por acaso se passa na época medieval. Isso para mostrar que foi uma comparação superficial e desnecessária.

Não estou aqui para sujar a já imunda reputação da revista em questão, só estou aqui para dizer o que penso, contextualizar todos os leitores e mostra-los a resposta a altura que o amigo FReNeTiC escreveu em sua blog. 10 razões pelas quais Turma da Mônica é (muito) melhor do que Veja.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Meus jogos Beat ‘em up favoritos

Para quem não sabe, Beat ‘em up não é a música do Michael Jackson, é um dos mais antigos gêneros de jogos, muito presente em fliperamas, que eu apelido para outras pessoas entenderem de “jogo de ir andando e dar porrada em neguinho”. Em minha tenra infância de férias no interior, eu pegava míseros 2 reais e ia para a mais famosa casa de videogame da região e me esbaldava em 2 horas de SNES. Considerando que se você jogasse com duas pessoas, ainda era 1 real a hora, não deu outra, eu e meu irmão viramos os jogos daquela loja e elegemos os melhores desse que é o meu estilo preferido.

Knights of the Round
Esse jogo eu fui conhecer depois de burro velho, mas já descobri que é um dos melhores de temática medieval, ganhando até do famosíssimo Golden Axe, que eu nem gosto tanto. Pra começar você não joga com um bárbaro maluco de sunga de pelúcia, joga com o King Motherfucker Arthur vestindo uma de suas melhores fullplate. A medida que você avança, vai podendo evoluir suas armas, armaduras e especiais, sistema que era raro na época e que merece destaque hoje.
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segunda-feira, 28 de março de 2011

TVciado – Ben 10, em prol dos novos costumes


Quem é um leitor do Zona Nerd e da coluna TVciado já deve ter percebido que se tratando de desenhos animados, eu sou muito nostálgico, sempre relembrando os melhores e dizendo o quanto eram bem feitos, divertidos, diferentes e que não se faz desenho como antigamente. Posso até ser nostálgico, mas sei apreciar as novidades, e dessa vez, a coluna vem falar de um desenho que se tornou febre entre a molecada e divide opiniões daqueles que ainda tem como hobby assistir desenhos. Falarei de Ben 10.
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