Para meu primeiro post….nada melhor que um bom par de….covinhas

Covinhas?…Nossa, é mesmo, era isso realmente que eu estava secando olhando!!

O que será que acontece se eu clicar em “mostrar tudo” ?

Fala galera!

Meu primeiro post (\o/) vai ser sobre um assunto que me agrada muito: música!
Na minha opinião, independente do estilo, sempre tem fãs xiitas que só servem pra encher o saco. Fã xiita é aquele cara que ama a banda mas critica tudo o que ela faz (eu sei que é paradoxal, mas é isso mesmo), são os caras que você escuta falando “Banda Y morreu depois de tal álbum porque eles não usaram o recurso X”. Eu tenho repúdio a isso, parece que o pessoal não aceita a evolução das bandas, ficam palpitando, enchendo o saco. Porra, não gostou não escuta, não é mais fácil?
Sobre esse assunto, eu li um post aqui que traduz perfeitamente meus pensamentos. Segue:

Não é um post sobre o Metallica. Mas vou usar bastante o exemplo dessa que é e sempre será uma das maiores bandas da história.

Vou usar o exemplo do Metallica para falar de uma coisa que me deixa muuuito puto: Metaleiro Xiita. Não existe nada pior que Metaleiro Xiita, exceto é claro os emos. Esse tipo de metaleiro – é existem vários tipo sim – é aquele que acha que sua banda preferida deveria ser sempre como ele quer, o som deve ser sempre aquele que o conquistou, ele não dá o direito da banda amadurecer e com isso amadurecer seu som, para esse tipo, as bandas deviam parar aí pelo 3° disco. Esse tipo, é aquele tipo chato que fala que o Metallica morreu depois do antológico “…And Justice For All” (tem alguns que nem deste gostam, falam que tembaladinha demais), falam que depois do “Killers” o Iron Maiden se vendeu e por aí vai.

Eu não concordo, o Metallica por exemplo, começou a experimentar – ok, concordo que o St. Anger foi demais – e agora, com o novo cd, o mais pesado desde sua ‘morte’, tenho certeza que muitos vão dizer que continua morto. Oras, os caras fazem tudo que todo mundo sonhava, há 18 anos o tal retorno do velho Metallica. E agora, que os caras voltam a fazer o som de antigamente, neguinho reclama. Peguei James Hetfield e sua trupe para cristo, mas com a maioria é assim. Quem gosta de Heavy Metal é geralmente um fã muito fiel, compra cd original, vai aos shows e tudo. Mas proibir e difamar uma banda que ele gosta, só porque a própria banda quis evoluir é muita sacanagem!

Por isso eu odeio metaleiro xiita. O cara já vem cheio de preconceito para ouvir um disco. Quando o Corey Taylor – vocalista do Slipknot e Stone Sour (que por sinal é muito melhor) – disse que daqui para frente não iria lançar mais nada a base de gritos e grunhidos, tenho certeza que um bando de cabeludo tava arrancando as barbichas de ódio. Quando o Slipknot lançou o 3° disco, algumas (várias) músicas tinham melodia, minha nossa, mas o que eu vi de fã declarando seu repúdio a banda, foi inacreditável. O disco é de longe o melhor, e o novo, que também tem melodias mais harmoniosas e refrões ‘cantados’, vai receber as mesmas críticas que o outro recebeu. E assim vai.

Se eu aprendi uma coisa na faculdade até hoje, foi a Relativizar. Relativizar nada mais é do que pesar sempre os dois lados, nunca generalizar e nunca pré-julgar algo. Relativizar serve para TUDO. De música a relacionamento. Neste caso, os integrantes dessas bandas evoluem, e o que eles querem é que seus fãs evoluam da mesma maneira, acontecem erros..é óbvio! Acontecem, e ás vezes esses caras, tentam agradar. Mas sempre vem um maldito xiita falar que eles se venderam e que o mainstream estraga suas bandas favoritas. Porra, você quer que o cara não ganhe dinheiro só por que você quer escutar o seu sonzinho?! Existe coisa mais egoísta do que isso? Para mim, não.

Se você que está lendo, for um desses caras, eu sei que você vai me odiar, mas o Metallica NUNCA vai lançar outro Ride The Lightning, o Iron Maiden NUNCA vai lançar outro “Iron Maiden“.

Seu tolo, bandas nunca devem tocar o mesmo som para sempre. Fica chato. O legal são os discos que entram para a história…Sgt. Pepper‘s da vida.

Copiado descaradamente do oCrepusculo
Postado ao som de The Seven AngelsAvantasia

Começa aqui nossa jornada rumo ao sucesso e a dominação da blogosfera….

A partir de hoje, acompanhe as discussões e a perspectiva de 3 estudantes (bem nerds) de Informática e seus amigos.

Papo Cabeça é uma saga de tirinhas que contam como as diferentes tribos urbanas se relacionam umas com as outras. Cada personagem representa uma dessa tribos, ou sincretiza várias delas.

Como eu sou um fiasco para desenho (não estou sendo humilde, sou um lixo mesmo), resolve desenhar as cabeças num aplicativo flash, que para ninguém falar que sou egoísta, disponibilizo para você logo abaixo.

Crie sua própria cabeça com o Create My Picture

Espero que aproveitem….
See u later!

Metaleiro

É o adolescente que anda de coturno, roupa preta, calça jeans (sempre zuada) em plena luz do dia. Pode estar fazendo um calor carioca de 40º que essa criatura sai de casa parecendo um palmito branquelo enrolado em N camadas de roupas pretas.
Tudo isso em conjunto com colares, anéis, pulseira e correntes que juntos somam o peso do próprio Metaleiro em aço, prata e alumínio. Que isso leva a outro ponto, todo Metaleiro anda com um colar com uma cruz às vezes maior do que a em que o próprio Jesus foi crucificado. Esse fato é estranhamente contraditório, pois todo Metaleiro que se preze não tem nenhum costume religioso de nenhum tipo, e sempre tem uma desculpa para cultuar o capeta, mesmo não sabendo nada sobre nada sobre assunto.

Nerd

É tudo que esse blog representa, mas de forma mais unificada, esse nerd é especial!
Ele é o sincretismo de várias tribos que são consideradas nerds. Esse nerd representa os geeks, os viciados em informática; os trekkers, adoradores de Jornada nas Estrelas; os RPGistas, aquela galera que fica 17 horas em volta de uma mesa por final de semana; um bom fã de Star Wars; o gamer, aquele cara que só faz amigos em MMORPG e se acha o pegador só por que todos os seus chars do Ragnarok são casados; o tubber, que já assistiu todas os desenhos antigos e ainda assiti os desenhos novos, seriados, documentários, reality shows, filmes, shows, sitcons, miniséries, talk-shows e making of de qualquer merda; e por fim o CDF, que é aquele faz pergunta quando falta 40 segundos para acabar a aula; Tudo isso, representa o nosso nerd.

Mano

Esse é da periferia, que quando consegue sair de lá, virar rapper, e quando ganha dinheiro, tira a família inteira da periferia e compra um Monza 87, rebaixa aquela porcaria e quando vai dirigir tem que colocar o banco num ângulo de 15º em relação ao chão do carro.
Mas esse personagem também representa o esforço de uma classe social para lutar contra as injustiças que lhe foram lançadas durantes anos. Mas como ninguém liga para isso, ele representa o humor negro, o humor racista e que apenas deve ser visto como humor, e nunca com racismo.
Esse personagem é o protagonista da maioria de pérolas na Internet, posts equivocados no Orkut e fotologs com milhares de fotos dele em carros e motos que nem lhe pertencem, com dinheiro, celulares e garrafas vazia de bebidas caras espelhadas pela cama. Tudo isso gerado pela Inclusão Digital o Computador do Milhão.

Boy

Para ele a vida não passa de baladas, mulheres, roupas e carros, e tudo bancado pelo papai.
É a tribo que tem a menor criatividade para se vestir, sendo assim é facilmente reconhecer quem é dessa tribo. Na cabeça: boné da Von Dutch ou cabeço com luzes arrepiado com gel; camiseta de marca com estampa bizarra; bermudão de estampa brega (que varia de tema havaiano para tribal mal-feito), meia socket com tênis Nike de R$600,00, colar de semente parecendo pai-de-santo e por fim, o último modelo de celular com câmera 7.8 mp, Internet 3G e o caralho a quatro, mas estranhamente sem crédito, e mesmo se tivesse, o Boy não saberia mexer nem na metade das funções dele.

Otaku

Um dos adolescentes mais estranhos que se possa imaginar, esse criatura alegre e serelepe se torna mais estranha quando na presença de outra de sua raça, e chega ao nível de Insanity Bizarre quando em um dos diversos eventos sobre animes e mangás espalhados pelo Brasil.
Mas em geral, são pessoas carinhosas (até demais), divertidas (parecem loucas) e sociais (só com eles mesmo). E é incrível o talento que essa turma tem para desenho, parece que todos sabem desenhar um pouco, e é claro, falar um pouco de japonês, que isso leva ao aspecto que são grandes pagadores-de-pau do Japão e todas suas tradições e vertentes, mesmo não sendo sábio isso. Se você quiser vender um cobertor com aquecedor elétrico para um otaku carioca é só pintar o Pikachu em cima dele e dizer que veio do Japão.


Revolucionário

A descrição mais crua para esse tribo seria: Uma bando de drogados, usando calça xadrez, tênis All-Star (ou chinelo mesmo), cabelo dread, camiseta do Chê Guevara e o indistinguível cheiro de “a única vez que entrei na água foi no meu batizado”. Um povo que vive entre passeatas, debates, exibições de coisas cults e puxadas de baseado.
Mas um olhar mais atento, nós mostra que…. é só isso mesmo. Muitas pessoas não gostam dessa tribo por causa da sua principal característica (não tomar banho? Não!), o fato de eles quererem mudar o mundo, e o povo dessa tribo, não gosta de ninguém porque…. sei lá, eles não precisa de motivo para nada.
Não gostam de religião, mas não cultuam o capeta, todos se declaram “ateu graças a Deus”.

Capeta

Não representa nenhuma tribo, e sim a Encarnação do Mal na Terra. Essa criatura maquiavélica é a essência do sarcasmo, da presunção e do cinismo, ninguém pode com ele, Á um tempo atrás, com tantos advogados e vereadores, o inferno ficou meio chato e como o Capeta já tinha enjoado de assistir show do Mamonas Assassinas lá em baixo, ele resolveu subir para ver como anda o meio-termo aqui, e desde então vem enchendo o saco dessa galera.