A banda da vez foi sugestão do Perlato, e como é a cara da comunidade nerd eu não podia deixar passar. Realmente merece uma postagem aqui, afinal de contas, o que pode ser mais Zona Nerd do que temas de clássicos dos games tocados em versão metal?!

É isso ai querido leitor! Powerglove é uma banda americana de ‘vídeo game metal’ (de acordo com a wikipedia) com dois álbuns de estúdio já lançados. O nome da banda vem do acessório de Snes,  Power Glove,  do qual eu sinceramente não me lembro. Pra completar o clima de games você navega no site oficial da banda por meio de um joguinho RPG em flash. Continue lendo

Já tinha me decidido a escrever uma coluna esta semana, porque fazia tempo que não escrevia e até recebi uma mensagem do Perlato perguntando quando ia rolar a próxima, mas o que eu não sabia ainda era sobre que banda escrever.  Foi quando, feito mágica, navegando à toa no Orkut, me deparei com um tópico falando que tinha saído o CD do “SuperOverDrive”, sem conhecer a banda entrei por curiosidade, fui atrás e curti.

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Olha só quem voltou! Fiquei um tempo away principalmente por preguiça mesmo, mas estou voltando agora com a 3º edição da coluna.

Dessa vez vou falar do álbum novo, com músicas inéditas, do Jimi Hendrix! Espera ai… O Hendrix morreu em 1970! Ele compôs, gravou e mandou as músicas do além?!?! Não… Essa história seria muito mais divertida, mas não foi isso. Encontraram material inédito já gravado dele e as pessoas interessadas (leia-se, quem vai ficar com toda a grana pela venda dos CDs) resolveram pegar essas gravações e lançar um álbum novo de músicas inéditas depois de 40 anos da morte do cara. Dizem alguns fãs mais aplicados que nem todas as músicas são inéditas, algumas das músicas no álbum já tinham sido lançadas em bootleg, de qualquer modo é a primeira vez que elas são lançadas oficialmente.

Quando o papo é tocar guitarra o Hendrix não brinca em serviço, e nesse álbum não está diferente. Pode esperar “viagens”, riffs incríveis e solos matadores, tudo junto com a banda tocando muito sincronizada e a voz característica do Hendrix. Além das fantásticas músicas de autoria própria (das quais destaco “Valleys of Neptune”, “Mr. Bad Luck”, “Lover Man” e “Lullaby for the Summer”) o CD conta ainda com dois covers: “Bleeding Heart” do Elmore James e “Sunshine of Your Love” do Cream, essa segunda em uma versão instrumental da música original.

Em resumo, é um álbum muito bom, recheado de belas músicas que pra mim mostra que o Hendrix ainda tinha muito a oferecer pro rock, infelizmente morreu antes que pudesse fazer. Pelo menos agora, com esse CD, podemos curtir um pouco mais da sua habilidade e criatividade.

Antes de ir embora vou fazer um pequeno jabá próprio, pra quem interessar eu abri uma Twitradio e pretendo ir aumentando o ace, só clicar aqui.

Vejo vocês na próxima coluna! Abraços!

Essa semana eu vou comentar o álbum novo do Van Canto, chamado Tribe Of Force. Apesar de eu curtir o som do Van Canto eu não tava sabendo desse novo álbum, o Perlato que me avisou que ele estava pra sair e pediu pra eu fazer o review, agora com o álbum já em mãos lá vou eu!

Primeiramente, se você já conhece Van Canto vai se sentir em casa, o estilo da banda e sua sonoridade, continua o mesmo. E nem podia mudar, esse é o grande “quê” da banda. Mas, não me entendam mal, ás vezes eu acho que eles podiam dar uma variada. A primeira coisa que me vem nvan-canto_2008a cabeça é que tem CINCO vocalistas lá (1 brasileiro). Porque não variar quem canta em algumas músicas? É sempre o Philip cantando com a Inga nos backvocals… Seria interessante uma rotatividade de vez em quando, se eu fosse eles trabalhava mais nisso…

Quanto ao álbum, a exemplo dos anteriores este álbum também tem alguns “covers”. São eles: Rebellion do Grave Digger e Master Of Puppets do Metallica. Temos também três convidados especiais: Chris Boltendahl (do Grave Digger) participando da Rebellion, Tony Kakko (do Sonata Arctica) naHearted e Victor Smolski (do Rage) na One To Ten. O que eu mais gosto do Van Canto é a sensação de “som cheio” que as músicas passam, como as 5 vozes agem como uma espécie de coral o som fica bem volumoso, principalmente nas introduções e outras passagens. Quando eles imitam instrumentos o que se perde desse “volume” todo, pra mim, se ganha na curiosidade, porque é um timbre Tem até brasileiro na paradadiferente fazendo algo comum, dá uma sensação bem interessante, pra apontar um lado negativo: acho que se os solos fossem feitos como solos vocais e não como solos de “guitarra” o som ficaria melhor e mais autêntico, pelo menos na minha opinião.

No geral o álbum está com músicas bem bacanas que colocam bem aquela sensação de “som cheio” e as vozes como instrumentos que eu havia comentado, mas “Hearted”, “One To Ten” e “Rebellion” ganham o destaque pelos convidados que adicionam uma bela diversidade vocal no som da banda, pra mim expondo melhor o potencial todo da banda e fazendo o que eles deveriam fazer com mais freqüência com os próprios membros.

E é isso ai pessoal, espero que tenham gostado do review, quem curtir o som da banda procure pelos dois álbuns anteriores “Hero” e “A Storm to Come” que também são muito bons. Agora eu vou indo embora, deixo vocês com o setlist do álbum:

1. Lost Forevervan canto tribe of force
2. To Sing a Metal Song
3. One To Ten (Feat Victor Smolski of Rage)
4. I Am Human
5. My Voice
6. Rebellion (Feat Chris Boltendahl of Grave Digger, Cover)
7. Last Night of the Kings
8. The Tribe of Force
9. Water Fire Heaven Earth
10. Master of Puppets (Metallica Cover)
11. Magic Taborea
12. Hearted (Feat Tony Kakko of Sonata Arctica)
13. Frodo’s Dream

Boa noite queridos e queridas nerds!

Aqui quem fala(ou melhor, escreve) é o Lucas Dias, a.k.a. Bixo, sejam bem vindos a minha coluna, isso mesmo, recebi um convite do Perlato que aceitei rapidamente para escrever uma coluna sobre música aqui no ZN.

E quem sou eu afinal de contas? Oras, eu sou um jovem de 20 anos, apaixonado por rock e suas vertentes desde os 15 anos, guitarrista desde os 16. Depois de dois semestres cursando física Unicamp descobri que esse negocio não é pra mim mesmo e no momento faço o que posso pra estudar e passar no vestibular para música. O que interessa mesmo é que eu sou um fuçador ávido de comunidades, blogs e prateleiras. Sempre que eu vejo um nome de uma banda, uma capa de disco, ou ouço um trechinho de algo que eu não conheço e acho que pode ser interessante eu vou atrás e escuto, se eu gostar eu tô no lucro!

Agora chega de enrolar e vamos ao que interessa:

Nessa primeira coluna eu vou escrever sobre o Gary Moore, mais precisamente sobre o álbum que contêm seu maior hit, ambos intitulados “Still Got The Blues”. Sem deixar sua personalidade sonora puxada pro hard rock ir embora, e usando influências de blues, Moore faz um álbum repleto de músicas excelentes, misturando os dois estilos. Mesmo nas garymooremúsicas que puxam praquele blues mais “chorado” (Still Got The Blues, Midnight Blues, The Sky is Craying, etc…) você percebe que é o Gary tocando, primeiramente pelo timbre, ele não é muito fã de diminuir muito o ganho do que ele costuma usar e soa bem característico.

Além dessas músicas temos outras músicas mais puxadas pra um estilo meio Stevie Ray Vaughan (Texas Strut, Stop Messin’ Around, Mean Cruel Woman, etc…) e por fim músicas que ficam bem lá no meio, entre blues e hard rock, eu não arriscaria colocar ela mais pra um lado do que para outro, muitas tem um riff, um solo, um jeitão mais roqueiro, mas quando você vai perceber ela tem um jeitão de blues também… mas com aquele riff destruidor de hard rock… E daí, pronto… (Oh Pretty Woman, Walking by Myself, That Kind Of Woman, All Your love…)

Esse é o Gary Moore, um cara que “brinca” de misturar hard rock com blues, e o faz com maestria, com perceptível influencia dos dois mundos, e ao mesmo tempo dando aquele “temperinho” da sua identidade própria. Além de ser um BAITA d’um guitarrista o cara canta muito bem também. O álbum praticamente dispensa comentários, estou ouvindo-o agora pela terceira vez hoje e não tem uma música sequer que eu pense em pular. Segue o setlist do álbum:

1. Moving Onstillgottheblues
2. Oh Pretty Woman
3. Walking By Myself
4. Still Got The Blues
5. Texas Strut
6. Too Tired
7. King of The Blues
8. As The Years Go Passing By
9. Midnight Blues
10. That Kind Of Woman
11. All Your love
12. Stop Messin’ Around
13. The Stumble
14. Left Me With The Blues
15. Further On Up The Road
16. Mean Cruel Woman
17. The Sky Is Crying

Pra quem gostar do cara, recomendo também os álbuns “Victims Of The Future” e “Wild Frontier” (este segundo tem a faixa “Over The Hills and Far Away”, aquela mesma que o Nightwish fez cover).

Por hoje é só, espero que gostem e vejo vocês na próxima coluna!

Lucas Bixo:
Galera, é com grande pesar que venho aqui na minha primeira coluna do blog dizer que o Gary faleceu hoje, dia 6 de fevereiro de 2011.

R.I.P