Quando eu achava que no ano passado tinha muito otaku desocupado no evento, minhas expectativas de malucos por m² foram ultrapassadas, e segundo a organização, passaram mais de 10.000 (de-de-de-DEZ MIIILLL O_o) pessoas durante os dois dias de evento!!! Infelizmente nós não conseguimos cobrir o evento inteiro, então segue abaixo as impressões dos principais setores do evento (Fotos de Nelson Damico, veja mais fotos aqui).

Stands
Certo, os stands eram os de sempre, espadas, roupas, pelúcias, chaveiros, com destaque para o modelo do Outono/Inverno 2013 dos otakus, a Touca do Teemo. Fora isso, fiquei feliz em ver mais colecionáveis nas bancas, e principalmente me alegrou a presença da Sempre Jóias no evento, um parceiro de longa data do Zona Nerd. Mas a questão dos stands fica mais como uma crítica: Com o aumento do evento, não sei mais se aquele espaço do subsolo consegue comportar tanta gente, ainda mais se ocorrerem problemas de iluminação como foi o caso.

Dado Viciado
Inaugurando com o pé esquerdo a parte de jogos de tabuleiros, vem o recém formado grupo Dado Viciado. Nativos de Campinas, o grupo se juntou para organizar sessões de jogos de tabuleiros, RPG, cardgame e outros jogos pela cidade, e agora estreiam nos eventos de forma magnífica. Tivemos a presença da equipe original do Runicards, sucesso nacional no site do Catarse, além também o protótipo do jogo Contágio e do Cosa Nostra, outros grandes sucessos de colaboração coletiva, por fim, a participação das editoras independeres RetroPunk e Ceilikan. No geral, acho que foi a parte mais divertida do evento, mostrando uma iniciativa competente e carismática por parte de todos os responsáveis, com certeza estarei presentes nos próximos eventos.

League of Legends
Muita coisa muda em 1 ano, e uma delas foi a força de LoL entre todos os gamers. Realmente, isso levou o jogo profissional até outro nível, onde vimos um auditório com mais de 500 pessoas assistindo as semi-finais do torneio num telão. Como eu não jogo, não posso opinar muito como foi a qualidade dos jogos, mas a estrutura montada me impressionou, ainda mais sabendo que estavam tendo streming ao vivo dos jogos, com direito a narração dos especialistas Lo7us e TequilaRibs. Não sei ao certo se o torneio teve grande repercussão, realmente acho que sim, se você tiver uma opinião mais precisa disso, deixe nos comentários.

Bom, é isso! Mais um ano de sucesso e de novas atrações, onde toda a equipe AGE está de parabéns! Ultimamente eu sinto um pouco de falta como atração a presença de dubladores, que eu acho que é algo que combina muito bem com esses eventos e que deveria ser uma constante. Outra questão é que levanto aqui é se o local destinado, o Instituto Nacional Nipo-Brasileiro, ainda comporta a quantidade de pessoas que o evento está recebendo a cada ano. O evento amadureceu grandiosamente, talvez precisamos de um local que comporte melhor tamanha awesomeness.

Realmente foi um dia para se aproveitar, um evento que surpreendeu na quantidade de problemas, e em como a organização soube contornar todos eles. Um dia tranquilo e divertido, que teve várias novidades impares…

No quesito stands, havia o mesmo número de barracas e a mesma gama de produtos de sempre, espadas, roupas, pelúcias, chaveiros, mas parece que esse ano, dois tipos de produtos acharam melhor seu espaço dentro do evento, eram mais jogos de tabuleiros importados e action figures, em parte, acredito que foi por causa das pessoas que encontrei lá, meus bons amigos da Strix Store, e a Nerd Mais, na qual tive o prazer de conhecer o Alexandre pessoalmente. Sobre as atividades externas, não podemos conferir muito, parece que São Pedro não tinha emendado o feriado e vez questão de botar a máquina de chuva funcionando o dia inteiro, mas ao longe podia se ver a galera da batalha campal e outras coisinhas.
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Como alguns de vocês possam não saber, nesse final de semana rolou o Game World 2011, evento voltado a indústria dos games organizado pela revista EGW. Vou cortar o resto da descrição e ir direto para minhas impressões. O evento foi realizado no Centro de Convenções dentro do Shopping Frei Caneca, ou seja, não era tão grande assim, mas fora muito bem montado, aproveitando bem os espaços e mostrando realmente o que, no momento, era o supra sumo dos games. Tivemos a chance de jogar o Capcom vs Marvel 3, mas depois que eu descobri que já tinha lanço mês passado, desencanei, mas mesmo assim, ficou muito bom.

O segundo stand mais lotado era com certeza do Mortal Kombat 9, que apesar de cheio era fácil esperar 20 minutos para jogar uma peleja. A conclusão é que o jogo está ótimo, muito bem feito, mais sangrento como nunca, com controles totalmente orgânicos e com comando fieis para os personagens, nem precisei abrir a command list do Sub-Zero para ver seus poderes. Só achei que faltou personagens, porque se era para ressuscitar toda a mitologia clássica, podiam ter colocado mais lutadores. Eu não consegui, mas pelo que ví no torneio, os fatalities estão bem mais simples, porque vários jogadores, pausavam no Finish Him, batiam o olho nos comandos e faziam fácil, e como sempre, violentos.

Tivemos a participação de Hector Sanchez, o produtor de boa parte dos MK’s. Ele deu autógrafos a todos, batem um papo rápido com alguns e mostrou suas habilidades em sua obra prima, que convenhamos, não foram de impressionar, mas entendemos que pivetes gosmentos tem mais tempo para jogar do que ele.

Por fim, o most wanted do evento foi o N3DS, que tinha suas 15 unidades devidamente protegidas em um belo aquário que tinha uma fila de gamers sedentos de duas voltas para defende-lo. Mas digo a vocês que valeu a pena, eu realmente não estava crente que uma tecnologia assim poderia ser desenvolvida tão bem quanto anunciada. Eu ainda joguei um jogo simples, Fifa 2011. Na hora que a booth girl ligou o 3D e a imagem se dividiu, pensei: “Que tosco…será que é só isso?”. Mas depois de 40 segundos, um singelo “Caraca!” saiu de mim. A parada começou a fazer efeito, e pude ver, como em uma cinema 3D, a profundidade do jogo, via a arquibancada no fundo, a grama no meio e o jogador bem frente. Realmente muito bom. O Perps ainda se deu bem melhor, ele jogou um jogo que não lembro o nome, mas era o tipo de jogo que explora a ferramenta do console. Filmando uma carta especial, o N3DS projetava em cima dela todo um cenário de castelo, que deveria ser defendido de naves por todos os lados pelo jogador. A medida que você olhava de outros ângulos, ou até mesmo, pegava a carta na mão, era possível ver todo o cenário gráfico 3D girar e virar. Ótimo interação 3D com realidade aumentada. A Nintendo está de parabéns!

Por fim, essa era para ser uma foto minha, Caetano and his broda com a booth girl Baronesa, que era a mais bonita do local, mas a falta de perícia do fotografo resulto nisso, que nem se pode ver a casa de assustada da menina.

Eu teria até twittado bem na hora da Zombie Walk, mas minha mão estava toda lambuzada de sangue falso que nem tinha como pegar o celular. Agora passado o evento, vamos a algumas considerações:

Foi tudo muito bacana, muita sujeira pela cidade, muitos carros buzinado para nós, algumas criancinhas assustadas e principalmente muitos “mioooolos…”. Compareceram cerca de 120 pessoas, mas poucas maquiadas, por volta de 40, a maioria mesmo eram metaleiros e góticos que foram só ver um sinal do evento. Apesar de pouco, acho um número razoável, pois parece que na 1º Zombie Walk em São Paulo haviam comparecido 45 pessoas.

Acredito que o ponto que mais pecou foi a organização (que deve se resumir a um cara que em fevereiro falou “vamos fazer em Campinas?”) porque não tinha nem maquiador, nem fotografo profissional e nem qualquer pessoa que pudesse divulgar o evento nas mídias sociais. Quem realmente está de parabrains são as pessoas que abraçaram a brincadeira e que foram como zumbis, mesmo correndo o risco de serem as únicas.

Tomara que os próximos anos a galera envergonhada entenda que quando se banca o babaca com outros babacas você não parece tão babaca. Continue lendo para ver algumas fotos de como foi.

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O final de semana passou e todos nós da comunidade RPGista pudemos (ou não) conferir se nossas expectativas sobre o recém-nascido evento seriam verdadeiras. E eu só digo uma coisa: sim.


Me perdoem se vou expor uma opinião que não é tão pública como eu imaginava, mas desde o começo eu sabia que esse encontro foi feito as pressas e não chegaria aos pés de um EIRPG, mas para mim, a verdadeira meta dele era reanimar a comunidade em questão e provar que nem tudo está perdido.

Não vou poder falar de todo o evento, porque infelizmente não pude ir os 2 dias, mas conversando e buscando opiniões pude traçar uma especulação de como foi o evento em geral.

Na área das lojas haviam poucos stands, mas bem selecionados e de forma muito bem organizada, cumprindo o básico de um evento com livros, wargames, tabuleiros, camisetas, dados e onde podemos ver o a 2º edição de Inimigo do Mundo com nova ilustração na capa e informações extras. Não sei se isso se encaixa na categoria, mas a equipe da Medieval Brasil também se fez presente, expondo e comercializando suas réplicas de armas, roupas, acessórios e objetos medievais tudo sempre com um ambiente bem aconchegante.


Nas mesas de RPG não havia o que reclamar, haviam grandes mestres presentes e tudo separado por temas como fantasia, terror e sci-fi e outros, onde se tinha a oportunidade de jogar por sí só ou com a experiente turma do RPG Arautos. Pudemos também conferir o lançamento do primeiro wargame de miniaturas nacionais, os Nazi Mekas.


Sobre as workshops só posso comentar sobre a de animação, que foi dada pela galera da Melies e que de início ensinou a esculpir as formas que seria mais tardes escaneadas, mas não posso deixar de comentar a beleza e perfeição que continham as esculturas prontas que foram trazidas por eles. Conclusão: deve ser uma ótima escola do ramo e com pessoas muito talentosas.



Pudemos ver grandes artes, vários ótimos cosplay’s e uma belíssima anfitriã…

Uma das coisas que mais de surpreendeu foi a apresentação cosplay, que me fez perceber que existem pessoas no mundo além de mim que gostam de se fantasiar de forma medieval que não seja copiando algum personagem de anime. Era ótimas fantasias com um destaque especial para o indivíduo vestido da raça dragonborn. Tivemos também no final um pequeno teatro com uma homenagem ao falecido Rei do Pop.

Uma das coisas a se reclamar (eu sei que é coisa de gordo) foi a praça de alimentação, que se resumia a duas barraquinhas armadas no quadra de futebol, acredito que com tanta coisa para se preparar, o menos importante ficou sem atenção. Um erro muito insignificante.

…e algumas coisas que não precisavamos termos visto

Tivemos também área de cardgame, freeplay, liveaction, D&D Miniatures, campeonatos de vários jogos, palestras, mini-eventos paralelos, discussões e várias outras coisa das quais eu não pude participar.
Adivinhem que Kaji escolheu o Vader no Soul Calibur IV?

Em minha conclusão final, devo parabenizar a galera do 3d System que conseguiu reanimar o espírito dos eventos de RPG em escala nacional e que se Deus queiser Odin ordenar crescerá muito mais a partir de hoje. Devo adimitir que em alguns aspectos a comparação com o EIRPG que fiz no começo por ser inválida. Além disso conseguiu também, espero que não só em mim, reanimar o pequeno RPGista que estava adormecido a algum tempo e me fez perceber o quanto esse hobby me dá orgulho e o quanto contribuiu para me tornar a pessoa que sou hoje.

Para ver mais fotos, vá de o Flickr oficial do evento.