Semana passada eu comecei a ver The Ranch, a nova série da Netflix, só porque ela estava na página principal do aplicativo. Basicamente é um sitcon sobre uma família de caipiras americana criadores de gado e bebedores de whisky.

the ranch netflix review recomendo

No momento em que o aspirante a jogador de futebol americano Colt Bennett volta para sua pequena cidade-natal, a vida de seu pai casca-grossa, irmão sarcástico e mãe dona de bar começam a sair dos trilhos, ainda mais quando sua ex-namorada se junta a turma. A série traz Ashton Kutcher no quase centro da bagunça, Danny Masterson (que fazia o Hyde junto com ele no That ’70s Show) como seu irmão, Elisha Cuthbert (que é um eye candy excepcional) como sua ex-namorada e uma galera a mais aí.

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Vou confessar que nunca frequentei muito teatros, e sinceramente não sei porque. Talvez por conta do preço (se bem que hoje em dia, muitas peças saem mais barato que cinemas), talvez pela divulgação precária das boas peças, ou talvez mesmo pela falta de explosões, mas isso não tira (talvez tire só um pouco vai) o crédito da minha avaliação em dizer que O Rei Leão – O Musical é outro nível de teatro!

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A peça musical de The Lion King foi concebida em 1997, pela cineasta americana Julie Taymor, sendo que está em cartaz até hoje na Broadway. Durante esses anos, vários países lançaram suas próprias versões do espetáculo, sempre utilizando atores nacionais, com exceção algumas vezes do personagem do Rafiki. Em março de 2013 chegou a vez do Brasil entrar nessa onda também, e desde então ela vem sendo magistralmente encenada no Teatro Renault, em São Paulo.

Tive a chance de conferir, o que vou deixar de chamar de peça e começar a chamar de show, em maio desse ano, e desde então não me organizei para descrever como foi essa ótima experiência, mas quando vi o aviso de “Últimas Semanas” em um e-mail da Tickets for Fun, vi que a hora tinha que ser essa.
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Rodeado por polêmicas, discussões e insinuações desde o dia que foi anunciado, As Tartarugas Ninjas de 2014 traz a responsabilidade de apresentar personagens ridiculamente inusitados que já estiveram presentes em tantas mídias diferentes, a toda uma nova geração cada vez menos imaginativa, mas sem ofender os milhões de fãs suados, na frente de suas telas de led, esperando um filme para odiar.

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Esse foi um dos filmes que criaram um fenômeno curioso em mim: Sempre que eu lia alguma notícia ou via uma foto, o sentimento de “isso vai ser uma merda” latejava, mas toda hora que eu assistia um trailer, ainda mais no cinema, esse pensamento era expugnado pela empolgação infantil de “Vai Michelangelo pooorrrraa!!”. Querendo ou não, o filme faz de tudo para você entrar nessa onda, seja com as cenas de luta, as explosões, a trilha sonora ou os diálogos engraçaralhos.

As referências às diversas outras mídias são inúmeras. São tantas que eu sinceramente não sei se foi respeito à toda a obra ou apenas artifícios para calar o público mais pentelho. Provavelmente eu mesmo devo ter deixado passar várias, mas sendo qualquer um dos motivos, me agradou do começo ao fim.

As Tartarugas ainda tem toda sua personalidade e carisma, e isso acontece de tal forma durante o filme que eu mesmo deixei de reparar em toda a polêmica envolvendo as feições dos ninjas, que incluíam seus lábios e narinas na discussão. A própria ridiculosidade da concepção dos personagens (haters gonna hate) é discutido no filme em um curto diálogo, nada mais justo para um filme que prometia trazer a série para a atualidade e dar um tapa de realidade.

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Por conveniência, decidi assistir o filme dublado no cinema, mas confesso que, mesmo com todo meu apreço, fiquei receoso, pois se tratando de protagonistas tão jovens e malandros era de se esperar uma dublagem bem regionalizada e exageradamente coloquial. Mas não foi o que aconteceu, o texto traduzido foi ótimo, mantendo a malemolência da ruas e a classificação etária de 12 anos, mas sem ser babaca ou infantilóide. Destaque para uma tal frase de efeito que ficou muito bem conhecida nos anos 90 que a versão dublada fez bem em traduzir!

[PARÁGRAFO DO SPOILER] Acho que a única coisa que realmente me incomodou e que eu acho que afetará meu julgamento dessa nova (possível) sequência cinematográfica é o fato do Mestre Splinter ter sido um rato que virou a criatura humanoide e de ter aprendido (e ensinado) ninjutsu sozinho, só lendo um livro. Não sei se foi referência a primeira origem do personagens, em que ele era um rato de estimação de um artista marcial, mas eu acho que retirar esse elemento de intimidade entre o Mestre e a cultura oriental pode ter afetado em muito a coesão do filme.

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O filme caminha bem durante seus humildes 101 minutos, com boa curva dramática e final merecido, concluindo um filme divertido, que cumpriu o prometido e que conquistou minha atenção. Agora é só tomar tenência daqui pra frente e não abusar que nem anda sendo feito com Transformers.

Na minha opinião, por muito tempo, a disputa entre as gigantes cinematográficas de animação nem era tão… disputada, a Pixar sempre colocou a DreamWorks no bolso, nem tanto por sua técnica de animação, mas sim por seus roteiros mirabolantes, universos detalhados e incrível mitologia dos filmes, enquanto a DreamWorks apenas fazia filmes de animais engraçaralhos.

Mas isso teve uma reviravolta nos últimos anos graças a alguns títulos, começando com o divertidíssimo Kung Fu Panda (ansioso pelo 3º), passando pela Origem dos Guardiões (nem sei se vai ter mais) e chegando a estrela, não só do momento, como de toda essa dissertação, que é a franquia animada de Como Treinar seu Dragão!

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Como Treinar o Seu Dragão
A saga começa com o que  parecia que seria mais um filme padrão de animal surtado da DreamWorks, só que com dragões, mas ele se revela muito mais profundo que isso, quando mostra um franzino viking chamado Soluço, que além de ter que aguentar a cobrança de macheza de seu pai (e líder da ilha de Berk), tem que lidar com esse novo problema, que é um dragão ferido aos seus cuidados.
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TVciado

Eu sei que faz tempo que eu não agracio o blog com uma coluna, mas é porque estava meio atarefado com a nova atração de desenho animado do Zona Nerd, que caso você não tenha visto, recomendo. De qualquer forma, resolvi falar hoje de uma série que venho acompanhando desde o ano passado, e que vejo que ela não tem muito destaque entre os nerds. Então preparem-se, porque vou tentar catequiza-los para começar uma Revolution!

A série, criada por Eric Kripke (Supernatural) e produzida por J.J. Abrams (uns pá de coisa foda) conta como, em uma noite fatídica, a energia do mundo todo acabou! Todas as luzes se apagaram e não acenderam mais, além de não ser nem mais possível gerar energia. Já faz 15 anos que o mundo está assim, os povos agora estão divididos, novos monarcas ascenderam e o perigo está lá fora. A série acompanha a vida de uma família que está ligada a esse mistério, enquanto eles tentam descobrir o que aconteceu com a energia e sobreviver a todos os perigos.

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