Semana passada eu comecei a ver The Ranch, a nova série da Netflix, só porque ela estava na página principal do aplicativo. Basicamente é um sitcon sobre uma família de caipiras americana criadores de gado e bebedores de whisky.

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No momento em que o aspirante a jogador de futebol americano Colt Bennett volta para sua pequena cidade-natal, a vida de seu pai casca-grossa, irmão sarcástico e mãe dona de bar começam a sair dos trilhos, ainda mais quando sua ex-namorada se junta a turma. A série traz Ashton Kutcher no quase centro da bagunça, Danny Masterson (que fazia o Hyde junto com ele no That ’70s Show) como seu irmão, Elisha Cuthbert (que é um eye candy excepcional) como sua ex-namorada e uma galera a mais aí.

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Quando alguém pergunta como é a Comic Con Experience é difícil dar uma resposta satisfatória. Caso esse pessoa seja assídua na cultura pop, a primeira comparação que pode ser feita é com a Brasil Game Show, que tem um porte aproximado e mexe praticamente com apenas um dos galhos dessa árvore nerd. Comparar esse evento com qualquer outro do circuito de animes, como Anime Friends, é uma ofensa imensa, já que o nível das atrações e do alcance dos eventos é bem superior. O evento fez história e se consolidou no país, acredito que daqui para fremte será uma tradição a ser levada. Eles aprenderam muito com o passado, vários erros foram corrigidos, mas ainda há muito o que fazer pela frente. Essas foram as nossas impressões da Comic Con Experience 2015.

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Nada melhor pra começar essa longa resenha com um parabéns, vocês conseguiram! Foi caro, foi cansativo, mas foi divertido e valeu muita e pena. Graças ao convite da assessoria de impressa, tive a chance de conferir o evento na quinta-feira dia 4 e no sábado dia 6, e acredito que ir nos dias que julguei com a menor e a maior lotação me fez notar a diferença de público e de atrações e perceber que há conteúdo e audiência para quatro ou até mesmo mais dias de evento, mas agora vamos lá porque o assunto é longo!

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Vou confessar que nunca frequentei muito teatros, e sinceramente não sei porque. Talvez por conta do preço (se bem que hoje em dia, muitas peças saem mais barato que cinemas), talvez pela divulgação precária das boas peças, ou talvez mesmo pela falta de explosões, mas isso não tira (talvez tire só um pouco vai) o crédito da minha avaliação em dizer que O Rei Leão – O Musical é outro nível de teatro!

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A peça musical de The Lion King foi concebida em 1997, pela cineasta americana Julie Taymor, sendo que está em cartaz até hoje na Broadway. Durante esses anos, vários países lançaram suas próprias versões do espetáculo, sempre utilizando atores nacionais, com exceção algumas vezes do personagem do Rafiki. Em março de 2013 chegou a vez do Brasil entrar nessa onda também, e desde então ela vem sendo magistralmente encenada no Teatro Renault, em São Paulo.

Tive a chance de conferir, o que vou deixar de chamar de peça e começar a chamar de show, em maio desse ano, e desde então não me organizei para descrever como foi essa ótima experiência, mas quando vi o aviso de “Últimas Semanas” em um e-mail da Tickets for Fun, vi que a hora tinha que ser essa.
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Rodeado por polêmicas, discussões e insinuações desde o dia que foi anunciado, As Tartarugas Ninjas de 2014 traz a responsabilidade de apresentar personagens ridiculamente inusitados que já estiveram presentes em tantas mídias diferentes, a toda uma nova geração cada vez menos imaginativa, mas sem ofender os milhões de fãs suados, na frente de suas telas de led, esperando um filme para odiar.

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Esse foi um dos filmes que criaram um fenômeno curioso em mim: Sempre que eu lia alguma notícia ou via uma foto, o sentimento de “isso vai ser uma merda” latejava, mas toda hora que eu assistia um trailer, ainda mais no cinema, esse pensamento era expugnado pela empolgação infantil de “Vai Michelangelo pooorrrraa!!”. Querendo ou não, o filme faz de tudo para você entrar nessa onda, seja com as cenas de luta, as explosões, a trilha sonora ou os diálogos engraçaralhos.

As referências às diversas outras mídias são inúmeras. São tantas que eu sinceramente não sei se foi respeito à toda a obra ou apenas artifícios para calar o público mais pentelho. Provavelmente eu mesmo devo ter deixado passar várias, mas sendo qualquer um dos motivos, me agradou do começo ao fim.

As Tartarugas ainda tem toda sua personalidade e carisma, e isso acontece de tal forma durante o filme que eu mesmo deixei de reparar em toda a polêmica envolvendo as feições dos ninjas, que incluíam seus lábios e narinas na discussão. A própria ridiculosidade da concepção dos personagens (haters gonna hate) é discutido no filme em um curto diálogo, nada mais justo para um filme que prometia trazer a série para a atualidade e dar um tapa de realidade.

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Por conveniência, decidi assistir o filme dublado no cinema, mas confesso que, mesmo com todo meu apreço, fiquei receoso, pois se tratando de protagonistas tão jovens e malandros era de se esperar uma dublagem bem regionalizada e exageradamente coloquial. Mas não foi o que aconteceu, o texto traduzido foi ótimo, mantendo a malemolência da ruas e a classificação etária de 12 anos, mas sem ser babaca ou infantilóide. Destaque para uma tal frase de efeito que ficou muito bem conhecida nos anos 90 que a versão dublada fez bem em traduzir!

[PARÁGRAFO DO SPOILER] Acho que a única coisa que realmente me incomodou e que eu acho que afetará meu julgamento dessa nova (possível) sequência cinematográfica é o fato do Mestre Splinter ter sido um rato que virou a criatura humanoide e de ter aprendido (e ensinado) ninjutsu sozinho, só lendo um livro. Não sei se foi referência a primeira origem do personagens, em que ele era um rato de estimação de um artista marcial, mas eu acho que retirar esse elemento de intimidade entre o Mestre e a cultura oriental pode ter afetado em muito a coesão do filme.

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O filme caminha bem durante seus humildes 101 minutos, com boa curva dramática e final merecido, concluindo um filme divertido, que cumpriu o prometido e que conquistou minha atenção. Agora é só tomar tenência daqui pra frente e não abusar que nem anda sendo feito com Transformers.