A tecnologia, de uma forma cada vez mais rápida, coloca em xeque antigos modelos existentes na sociedade. As máquinas de escrever foram postas de lado após a chegada dos computadores pessoais. A utilização do e-mail fez com que a informação circulasse mais rápida e tomasse o espaço das cartas em papel.  Nesta lista, também podemos citar smartphones e inúmeros outros dispositivos inovadores.

Woman Using Phone do Shutterstock

Os produtos e meios que iniciam esse processo de transformação realizado pela tecnologia são chamados de tecnologia disruptiva. O termo foi criado por um professor da Universidade de Harvard, Clayton M. Christensen, nos anos 1990, e apresentado em duas de suas obras – o artigo “Disruptive Technologies: Catching the Wave” e o livro “The Innovator’s Solution”.

O vocábulo faz alusão ao conceito de ruptura e designa produtos e serviços que rompem com antigos padrões e revolucionam o mercado. O surgimento dessas novidades costuma ser perturbador, ainda mais quando alguns modelos de negócios são desafiados. Impossível não lembrar dos taxistas diante do Uber ou das empresas de televisão a cabo diante da Netflix.

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Essa incrível tecnologia proveniente da japonesa DMG Mori é uma máquina que pode criar objetos tridimensionais de metal usando um processo chamado “laser deposition welding”, que consiste em derreter o metal e joga-lo em forma de pó em camadas, tomando a forma que desejar. Além disso, ela também pode usinar a peça, deixando ela mais bem acabada e pronta para uso. Impressionante.

Não faço a mínima ideia do que faria com isso, mas eu quero um!

Depois de 15 meses do primeiro esboço da ideia de um smartphone modular, nominado Phonebloks pelo designer Dave Hakkens, e depois de quase um ano do anuncio do Projeto Ara da Motorola onde era possível ver essa ideia já sendo trabalhada, temos o anuncio da Google, detentora atual do projeto, em seu primeiro vídeo demostrativo de como vai funcionar esse novo produto do futuro.

Como visto, os primeiros testes de mercado começam em 2015, agora é só esperar.

tecnologia 2015 pau de selfie

Os cientistas tem até outubro. Valendo!

Imagine uma forma mais imersiva dos games do que o Oculus Rift, algo que tornasse tudo o que está a sua volta editável, fazendo como que você realmente vivesse os jogos, corresse seus risco e vivenciasse suas glórias. Você entraria nessa?

Essa é a proposta do curta-metragem da galera do So Krispy Media. Vale a pena ver!

Praticamente um Garry’s Mod.