Um jogador acha que fez um bom negócio comprando um conjunto de realidade virtual maneiro, mas aí percebe que ele pagou com algo sem ser dinheiro. A galera do Nukazooka deixa o humor gamer de lado um pouco e ataca com um último curta-metragem.

É por essas e outras que que fico longe do OLX.

Tivemos novamente a imensa honra do convite para outra visita ao Escape Room SP, uma das várias casas de escape game que estão tomando conta de São Paulo nos últimos meses, sendo essa a primeira que nos iniciou nesse incrível mundo de cadeados, enigmas, trancas e mistérios.

escape room sp fachada game sao paulo

Depois de sairmos vitoriosos da sala Lado B no começo desse ano, fizemos uma viagem cheia de gente para encarar as outras duas salas dessa temporada: Harbinger e Ateliê. Depois de sermos, como sempre, muito bem atendidos, tanto pela equipe do Escape Room SP quanto a Papiro Assessoria de Comunicação, entramos nas malditas salas.

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Se você está na internet tempo suficiente, já deve ter trombado com alguma arte dos mangás de Junji Ito. Caso não, dá uma passadinha no Google e coloca “The Enigma of Amigara Fault” e sofra um pouco com o resto de nós.

Por ser um autor renomado de terror, a obra de Ito atrai muitos cosplayers gostam de retratar suas obras. É aí que chegamos até Ikura, a japonesa imersa nessas obras de terror com o mesmo empenho que faz suas maquiagens e fantasias. Veja abaixo:

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Retornamos então ao hotel mais difícil de se fazer check-out de São Paulo. Depois de sairmos vitoriosos da Cena do Crime, resolvemos testar nossas habilidades contra outra famigerada sala. Com um conceito totalmente nacional e inspirada na famosa lenda urbana, entramos dessa vez na sala da Loira do Banheiro.

escape hotel fachada

Ao primeiro momento, a cenografia parecia bem básica, mas eu realmente não sabia o que esperar de um banheiro. Ao longo do jogo, novos elementos foram surgindo e novos sentidos a fatores que já estava lá também apareceram. Poucos recursos nos fizeram ficar ligeiramente presos as dicas usadas durante o jogo, mas a simplicidade da sala se mostrou um obstáculo justo e condizente ao tema.

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Imagine uma forma mais imersiva dos games do que o Oculus Rift, algo que tornasse tudo o que está a sua volta editável, fazendo como que você realmente vivesse os jogos, corresse seus risco e vivenciasse suas glórias. Você entraria nessa?

Essa é a proposta do curta-metragem da galera do So Krispy Media. Vale a pena ver!

Praticamente um Garry’s Mod.