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Continuando nossa saga, trago hoje mais 6 exemplos de como Hollywood consegue estender a vida de um sucesso e nos proporcionar boas ou péssimas lembranças. Leia agora!

RoboCop: The Animated Series (1988)
Se encaixa na mesma dúvida do desenho animado do Rambo: Quem, em sã consciência, transformaria um filme violento e sangrento em uma atração infantil? Mas a receita é fácil e comumente usada, só tirar o sangue e adicionar armas laser em vez de tiros de verdade. Mas pior que isso, era terem transformado o Ultimate Cop em um Inspetor Bugiganga de metal, lembro que seus apetrechos iam muito além de uma arma na coxa, isso incluía uma serra circular na mão, esquis de neve nos pés, lança-gancho e patins com jato, não deu outra, essa ofensa só teve 12 episódios – Abertura.

Kong: The Animated Series (2000)
Diferente do filme, a série não se passava na década de 30, e sim nos tempos atuais, contando a história de um macacão criado em laboratório com base no código genérico do protagonista original. A série era muito confusa, além de nem dar motivo do porque alguém criar um macaco gigante em laboratórios, os enredos envolviam magia xamã, outras criaturas enormes e caça aos monstros. Mas o fato deles tentarem esconder o Kong do mundo não se encaixa muito bem no contexto atual, na década de 30 até daria para entender, mas em 2001, com internet e tals, seria difícil alguém não ficar sabendo de um macaco gigante que vira e mexe saia nas ruas de Nova York – Abertura.

The Mummy: The Animated Series (2001)
Vou ser sincero que eu adoro as aventuras de Rick O’Connell e sua família, sempre que vejo os (dois primeiros) filmes passando, eu paro para ver um pouco. A série fez muito bem em traduzir as fortes personalidades dos atores reais para seus personagens animados, e explorar a relação entre eles sempre era bacana, mas o desenho falhava no acabamento da animação e no roteiro. O enredo da série toda parecia que cabia dentro do enredo do segundo filme, no caso do desenho, foram 26 episódios do Imhotep caçando os O’Connell pelo mundo todo atrás de Alex que estava usando o Bracelete de Osíris. Os filmes são legais, mas uma animação mal-acabada com roteiro repetitivo não tinha como dar certo – Abertura.

The New Adventures of Casper (1996)
Gasparzinho, como é conhecido por aqui, é um personagem de quadrinhos desde 1945, mas que vem rodeando o cinema e a TV desde sempre, mas em especial, vamos falar da série de 1998, que foi baseada no primeiro filme, lançado em 1995. A série tinha ótima animação e dublagem, com piadas muito bem elaboradas e situações cômicas, além de fazer paródia com diversas outras mídias, como Poderoso Chefão, Pulp Fiction, Power Rangers, X-Men e uma porrada mais. A parte ruim é que ele era exclusivamente voltado para a comédia, então nunca foi explorado os elementos da vida do Gasparzinho ou da máquina de ressuscitar que o pai dele havia construído no filme, mas mesmo assim, vale a pena lembrar – Episódios aleatório.

Police Academy: The Series (1988)
Convenhamos que por mais forçado e babaca seja o humor de Loucademia de Policia, uma parte de nós gosta muito desses filmes, então não é surpresa que depois de quatro filmes entre 85 e 87, eles lançassem uma versão animada em 1889. A serie tinha direito a todos os personagens marcantes: Mahoney, o principal, o gigante Hightower, o viciado em armas Tackleberry, a fortona Callahan, o hiperativo Zed, e o favorito da galera, a mesa de som humana, Cadete Jones. Os episódios até tinha enredo, apresentando problemas e inimigos constantes na série, o que resultou na proeza de ter 64 episódios, uma ótima marca para um desenho não original – Abertura.

Back to the Future Animated Series (1991)
Essa franquia sim mereceu uma versão animada! Assim que o Doc Brown voltou do Velho Oeste com sua esposa Clara e seus filhos, eles se mudam para uma fazendo nos arredores de Hill Valley e lá começam suas aventuras. Os episódios eram basicamente lições de história, física, química e literatura, recheadas com humor e personalidade que só aqueles personagens tinham, além de sempre encontrarem alguma versão do Biff Tannen como inimigo em suas viagens no tempo, independente para que época fossem. Pra finalizar, a série tinha uma abertura e encerramento feitas por Christopher Lloyd revivendo seu papel, e mostrando experiências com Bill Nye, umas especie de Beakman que não veio para o Brasil, tudo isso fazia da série uma orgulhosa aquisição para a franquia – Abertura brasileira.

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